Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Aos 30 anos, CODASP se reinventa

Postado em 29/dez/2017 -



Diante da nova realidade da agricultura e também do País, a Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo expande portfólio ao mercado.

A evolução da agricultura paulista e a mudança no cenário econômico do País impulsionaram um trabalho de reinvenção da Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que está completando 30 anos com esta denominação. Dona de uma história de 89 anos e várias transformações, ganhou o atual nome em 29 de outubro de 1987 e seu foco tem sido a recuperação e a preservação do solo e da água, mas a atual administração está expandindo o portfólio ao mercado, oferecendo serviços ambientais para otimizar a sustentabilidade econômicofinanceira da empresa e ampliar a captação de serviços, de acordo com o planejamento para o quinquênio 2017-2021. O secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, que é presidente do Conselho de Administração da Codasp, lembrou que, há alguns anos, a Companhia, que também tem uma regional em Bauru, começou a dar sinais de saturação. Quando foi indicado para fazer parte do Conselho, em março de 2015, passou a trabalhar com os funcionários para que a empresa conseguisse se reinventar. Presidente em exercício da Codasp, Alexandre Penteado Pires afirmou que foi um ato de coragem de Arnaldo Jardim induzir a empresa a se reinventar. A Companhia é referência em seu serviço de adequação de estradas de terra. A recuperação de vias e conservação dos recursos naturais também contribuem para uma agricultura cada vez mais harmônica com o meio ambiente, um dos pilares de sua administração. “Essa é uma determinação do governador Geraldo Alckmin, que é entusiasta do trabalho realizado pela empresa”, afirmou Arnaldo Jardim.

 

AMPLIAÇÃO
cn-baruruO foco na ampliação dos serviços de infraestrutura para o agronegócio paulista e na sustentabilidade econômico-financeira de suas atividades motivou o plano elaborado por uma Comissão Interna da Companhia. Alexandre Pires menciona a criação de uma área comercial, com o objetivo de ampliar a captação de serviços, inclusive no mercado privado e dar maior visibilidade ao trabalho. “Podemos ser contratados por empresas privadas, prefeituras e até outras secretarias de governos para executar uma série de obras, não somente em estradas, como muitos pensam”, ressaltou.

A Companhia está habilitada a desenvolver trabalhos de recuperação de estradas rurais e manutenção; projetos para conservação de nascentes; projeto individual da propriedade (PIP); projeto de recuperação de matas ciliares; projetos para conservação de mata de entorno, conservação do solo, carreadores internos e saneamento rural. Além disso, pode realizar terraplanagem em geral; trabalhos de conservação de solo–terraceamento; recuperação de erosões e voçorocas; obras de drenagem de estradas e erosões; desassoreamento de córregos e lagoas; assistência a pequenos agricultores no preparo de solo pré-plantio; aquicultura – construção de tanques para piscicultura; construção de tanques reservatórios de água para abastecimento; construção de lagoas para tratamento de esgoto; restauração florestal (plantio e manutenção); construção de pequenas barragens em propriedades rurais; construção de base preparatória para pavimentação de estradas; conservação permanente de estradas de terra; e abertura de áreas para plantio.

Fonte: https://flip.jcdigital.com.br/edicao/impressa/4295/29-12-2017.html